Cada pessoa é uma marca no web2.0. +1. É um facto. Next:
Cada empresa é uma marca, cada pessoa é uma empresa?
"Procurement", produção, distribuição, gestão. Marca.
Cada pessoa se torna um actor e o conceito de comunidade se substitui ao conceito de mercado: as barreiras são diferentes, logo o objeto é diferente.
A cultura do remix, que exige que os seus participantes passem pelo processo descrito, não nasce exclusivamente da ânsia de nos tornarmos famosos. A cultura do remix é a incarnação da dinâmica do empreendorismo disponível para todos: cada um faz o pedaço que lhe corresponde e que sabe fazer. O remix é uma criação simplesmente porque não é uma cópia.
A chamada geração Y exigiu e construiu o web2.0 para ter um espaço de expressão que lhe corresponda. Não é o facto de ser famoso, é o facto de ser reconhecido como pessoa interessante: produtora, pensadora, original.
Hoje algumas manifestações deste fenónemo parecem (são) fúteis. Mas basta olhar para os cartazes publicitários portugueses (para marcas nacionais ou não) para nos lembrarmos que a futilidade parece ser humana. Reduzir o web2.0 à cultura do remix é como reduzir a globalização ao consumo de publicidade, ou seja, à parte mais fútil de um todo muito mais interessante.
Olhando estes dois equívocos, começo a chegar à conclusão que a Web 2.0 não é sobretudo uma rede de auto-expressão e auto-criação mas sim uma rede de auto-apresentação e comunicação. Há uma diferença.
Então eu não faria a precedente separação porque se cada pessoa é uma marca, é porque cada pessoa é uma empresa.
Viva o web2.0, viva a geração Y, viva o empreendorismo. E viva 2008.
Comments (2)
eu vou te mandar um email pra comentar tudo que eu quero comentar..
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